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Nem todas as crianças gostam de contar como foi o dia na escola e nem sempre a pergunta clássica é capaz de iniciar uma conversa agradável.

Aqui vão 15 sugestões de perguntas para começar um diálogo divertido e tranquilo com o seu educando:

  1. 1 - O que te fez sorrir hoje?
  2. 2 - Ajudaste alguém? Ou viste alguém a ajudar?
  3. 3 - Viste alguém a fazer algo errado?
  4. 4 - Todos os teus colegas tinham com quem brincar na hora do recreio?
  5. 5 - Sobre o que era o livro que a tua professora leu hoje?
  6. 6 - Alguém fez alguma coisa na escola que te fez rir ou chorar?
  7. 7 - Alguém chorou hoje na escola?
  8. 8 - Fizeste alguma coisa criativa hoje?
  9. 9 - Qual é a coisa que todos gostam de brincar no recreio?
  10. 10 - Qual foi a melhor coisa que aconteceu no teu dia?
  11. 11 - Alguém te ajudou? Se sim, agradeceste?
  12. 12 - Houve algo na escola que não entendeste muito bem?
  13. 13 - Quem te inspirou hoje? Alguém fez algo que te causou admiração?
  14. 14 - Qual foi a melhor e a pior coisa do teu dia?
  15. 15 - Qual foi a regra mais difícil de obedecer hoje na escola?

 

Fonte: “50 Questions To Ask Your Kids Instead Of Asking “How Was Your Day”,
disponível em: https://herviewfromhome.com/50-questions-to-ask-your-kids-instead-of-asking-how-was-your-day/

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Se as crianças vivem com críticas, aprendem a condenar.

Se as crianças vivem com hostilidade, aprendem a ser agressivas.

Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser apreensivas.

Se as crianças vivem com pena, aprendem a sentir pena de si próprias.

Se as crianças vivem com o ridículo, aprendem a ser tímidas.

Se as crianças vivem com inveja, aprendem a ser invejosas.

Se as crianças vivem com vergonha, aprendem a sentir-se culpadas.

Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes.

Se as crianças vivem com tolerância, aprendem a ser pacientes.

Se as crianças vivem com elogios, aprendem a apreciar.

Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar.

Se as crianças vivem com aprovação, aprendem a gostar de si próprias.

Se as crianças vivem com reconhecimento, aprendem que é bom ter objectivos.

Se as crianças vivem com partilha, aprendem a ser generosas.

Se as crianças vivem com honestidade, aprendem a ser verdadeiras.

Se as crianças vivem com justiça, aprendem a ser justas.

Se as crianças vivem com amabilidade e consideração, aprendem o que é o respeito.

Se as crianças vivem com segurança, aprendem a confiar em si próprias e naqueles que as rodeiam.

Se as crianças vivem com amizade, aprendem que o mundo é um lugar bom para se viver.

 

Poema de Dorothy Law Nolte (1954)

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As crianças necessitam fundamentalmente de amor, de dedicação, de tempo, de paciência e de segurança. Piaget dizia “que a afetividade é o motor ou o freio da inteligência”.

Cada criança é um ser único, incrível e singular, desde o momento em que nasce e só ela tem o seu próprio temperamento. Como é que este temperamento irá evoluir, influenciado pelo meio exterior que as rodeia? Depende. Depende como é o temperamento com a criança nasce (do seu código genético) e depende de como é o seu meio.

Não há regras universais, nem terapias miraculosas, mas felizmente existem alguns princípios básicos que podem ajudar-nos nessa difícil, delicada, maravilhosa e complexa tarefa que é educar. A nossa meta educativa é ajuda-las a crescer.

É necessário estabelecer limites, algumas normas básicas, algumas regras claramente definidas, que nos ajudem a todos, a desenvolver e a alcançar os recursos que facilitam o nosso crescimento como pessoas, a nossa convivência como seres humanos, a nossa responsabilidade com o meio que nos rodeia, a nossa alegria, a nossa felicidade, a nossa sensibilidade…, em suma que nos ajudem a “viver a nossa vida”. É preciso olhar com “olhos limpos, olhos de ver”. Os adultos terão de aprender a ver.

Se aprendermos a observar as crianças, se soubermos escutá-las, elas dirão “aos gritos”, e através da sua conduta, o que necessitam e o que se passa com elas. Em geral, a criança acaba por aceitar bem as nossas sugestões quando é que a ouvimos, quando se sente querida, valorizada e respeitada. Como diz um proverbio árabe “Quem não compreende um olhar também não compreenderá uma longa explicação. As crianças nunca tiveram tantos brinquedos, e nunca se mostraram tão aborrecidas, sépticas e desinteressadas por eles. Um princípio que pode parecer paradoxal, é que em geral “a criança não precisa de brinquedos para brincar”.

As crianças inventam jogos a partir dos objetos mais simples. O jogo é vital para a criança e precisa de tempo. O jogo é tão importante na vida das crianças, que convém que tenham tempo para executa-lo, para que possam aprender tudo o que ele lhes oferece. Uma qualidade chave que as crianças têm é o seu poder de adaptação. Outro dos aspetos em que têm vantagem sobre nós é a sua perseverança. E nós sabemos até que ponto podem ser perseverantes as crianças! Quase até ao desespero! A sua insistência estará em função da segurança ou insegurança com que vêm o adulto. Poucas coisas angustiam mais uma criança, do que sentirem os adultos “desorientados” ou “inseguros”. Não esqueçamos também um aliado natural – “o nosso sentido de humor”!

Algumas ideias extraordinárias do livro “O não também ajuda a crescer” de Maria Jesús Álava Reyes

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